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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Está em dúvidas sobre a altura e o peso de seu filho? Venha conferir!

Toda mãe se preocupa se seu filho está crescendo direitinho, engordando direitinho. Aos 6 meses percebi que a Analu era acima da média, e o médico ficava assustado com o tamanho e peso dela.

Mas ela começou a engatinhar, andar, correr e crescer e aos nossos olhos ficou mais magrinha. Ela sempre comeu como uma formiguinha e isso me preocupava, na verdade oque me encomodava eram os outros dizendo que ela não come nada, que ela tá muito magra.

Mas sempre que eu a levava ao pediatra, ela estava acima da tabela. Tudo graças a amamentação até os 22 meses (1ano e 8meses) Pensa numa mãe feliz!

Hoje ela continua acima da tabela, e acreditem, é a maior da turminha dela. Como pode isso com pais baixinhos?

Hoje a princesa tem 1,05 m e 18kg, ela não é magra, ela é saudavel, acredito que gordura não significa saúde. Ah e lembrando que pela tabela ela chegaria aos 18 kg aos 5 anos.

E você já passou por essas dúvidas? Como está seu filho comparando com a tabela?

Peso e Altura
Idades
meninos
meninas
altura (cm)
peso (gr)
altura (cm)
peso (gr)
0 dias
2 meses
4 meses
6 meses
8 meses
10 meses
12 meses
18 meses
2 anos
3 anos
4 anos
5 anos
6 anos
7 anos
8 anos
9 anos
10 anos
11 anos
12 anos
50,00
59,00
63,00
66,00
70,00
72,00
75,00
82,00
87,00
95,00
101,00
107,00
114,00
120,00
126,00
131,00
135,00
139,00
144,00
3.250
5.500
6.900
7.850
8.700
9.450
10.100
11.770
13.000
14.870
16.630
18.670
21.040
23.600
26.100
28.500
30.900
34.000
38.800
49,00
58,00
62,00
65,00
68,00
71,00
73,00
80,00
86,00
95,00
102,00
108,00
113,00
119,00
125,00
130,00
135,00
141,00
147,00
3.100
5.200
6.350
7.250
8.000
8.800
9.450
11.140
12.500
14.680
16.590
18.560
20.670
22.900
25.200
27.650
30.450
34.250
39.950

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Relactação, a solução!

Você conhece? Já ouviu falar? Então vamos direto ao ponto, sobre como fazer a relactação, e depois conversamos mais á respeito.

PARA A RELACTAÇÃO, será preciso:

* Sonda nasogástrica nº 4 ou 5

É por onde o leite vai passar até chegar ao bebê.

* Seringa, mamadeira pequena ou (melhor opção) Frasco de nutrição suplementar\ ou frasco de nutrição enteral.

Esse frasco substitui a mamadeira ou a seringa, pois é de mais fácil manuseio, deixando as mãos livres.

Para a relactação o uso desse utensílio é melhor, pois faz com que o leite desça pela sonda com maior praticidade. A mamadeira algumas vezes não permite a descida do leite satisfatoriamente. A seringa pode acontecer de pressionar rapidamente soltando jatos na boca do bebê, ocasionando em engasgo.

Pode encontrar a sonda e o frasco por preços que variam de r$ 0,40 (é, só isso mesmo!), a R$ 8,00, em lojas de produtos farmacêuticos (talvez encontre em farmácias comuns).

Lojas especializadas em bombas de ordenha do leite materno e utensílios para amamentação vendem (também via internet), o equipamento completo, por preços mais altos. Apenas o frasco mostrado na foto da mãe relactando, acima, sai em média de R$ 70,00 a 250,00!

* Fita crepe, para prender a sonda junto ao seio.

Pronto!

Depois de organizar os detalhes, comece a relactação:

Coloque a ponta da sonda cerca de 2cm ao lado, ou por cima do mamilo.

• Prenda a sonda com a fita crepe. Se achar mais confortável, segure firme, sem prender.

*Se o bebê sugar muito rápido o leite do recipiente, arrume sonda de calibre menor, ou aperte com o dedo administrando a quantidade.

Ao iniciar a relactação, evite:

• Dar outro líquido ao bebê;

• Utilizar mamadeira. Nos momentos em que não relactar, utilize copinho ou colher para dar o leit, evitando a confusão de bicos pelo bebê;

• Aproveite quando ele estiver com fome, para que a aceitação seja maior;

• Se consegue ordenhar o leite para colocar no recipiente, bom. Caso nao seja possível, não há problemas. Dê o leite que o bebê está acostumado.O importante, agora, é a sucção do seio.

•Pingue o leite com seringa ou conta-gotas nos lábios do bebê, no mamilo e na aréola do seu seio, para que ele sinta o cheiro e o sabor, estimulando a pega;

• Realize todos os dias a ordenha do leite materno, de 2 em 2 horas, mesmo que não tiver leite para ordenhar. Isso vai estimular a produção, aos poucos, mas logo dará resultados.

Quando fazer a relactação

• Quando o bebê deixou o peito para usar a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo;

• Quando o bebê apresenta sucção pouco eficiente e apresenta baixo peso;

• Quando o bebê parece rejeitar o seio;

• Bebê prematuro que não consegue ordenhar todo o leite necessário para sua nutrição;

• Bebê doente – cardíaco e outros – que não podem fazer esforço;

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldade;

• Recém-nascidos cujo leite da mãe não desceu;

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação;

• Mamães adotivas que querem amamentar seus bebês.

Mas, então, para quem ainda não sabe, o que é a Relactação?

Relactação é uma maneira simples de auxiliar as mamães que querem amamentar seus bebês, mesmo quando por motivo de força maior tiveram que parar de dar o peito, ou nunca deram (mães adotivas ou que tiveram problemas de saúde que as impediram de fazê-lo).

Aqui no Brasil, a relactação é mais conhecida graças ao trabalho de divulgação de instituições não governamentais que apóiam a amamentação (nacionais ou internacionais). No exterior, já é velha conhecida de algumas décadas.

Á partir dessas organizações é que a relactação tornou possível a realização do desejo das mães que querem amamentar seus filhos. Descobrindo ainda que não há motivos que impeçam uma mulher de relactar.

Completamente ligada á natureza feminina, a relactação ativa hormônios (a ocitocina e a prolactina) que não apenas ajudam na produção do LM (leite materno), como o faz aumentar consideravelmente!

Muitas mães podem conseguir o mesmo apenas colocando o bebê para sugar o seio, em intervalos regulares, mas outras precisam de uma forcinha extra.

Se algum médico “liberar” fórmulas artificiais para seu bebê, entre outros motivos, porque:

1) Parece não ganhar peso (provavelmente porque a pega do seio não está correta, então ele ingere menos leite materno do que poderia);

2) Seu leite é fraco e não sustenta o seu filho (idem acima. Esse mito é o mais absurdo do rol de “motivos” para introduzir alimentação complementar precocemente)

3) Está com mastite ou rachaduras no seio, depressão pós-parto, tomando remédios que poderiam ser evitados, etc.

Pense muito bem antes de trocar a amamentação pela alimentação artificial. E lembre-se da relactação para retornar a beneficiar seu bebê com o melhor alimento que pode fornecer para ele.

A relactação ainda não é muito difundida nos bancos de leite de maternidades, e mesmo em bancos de leite oficiais, brasileiros. Nem mesmo naqueles que constam na lista da página da Fiocruz (depois posto o link).

Deveria ser indicada como técnica para auxílio em tratamento de prematuros e bebês nascidos em tempo, internados em hospitais do país.

Deveria ser parte da especialização de médicos pediatras (que tanto aprendem em cursos patrocinados por indústrias de fórmulas de leite em pó a desestimular a amamentação, pois conhecem substitutos ao LM mais lucrativos, não para os pais).

Deveria ser opção de tratamento para bebês alimentados artificialmente, que padecem de doenças que prejudicam seu desenvolvimento, como por ex. RGE ou alergias alimentares;

Aliás, a (cada vez mais crescente) alergia ao leite de vaca e fórmulas á base de é a número 1 entre bebês e crianças até 3 anos. Isso subestimando a realidade, com casos e casos mal diagnosticados.

Enquanto vemos o “apoio” á amamentação sendo feito de forma frouxa (em ações do governo federal, com campanhas publicitárias onde apenas mostram artistas conhecidas do grande público), na realidade, nada de efetivo e concreto é realizado junto á população, para que resulte em conscientização e apoio real á amamentação materna no país.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Quando meu filho vai dormir a noite toda?



Qual pai ou mãe, logo que chega em casa com o bebê da maternidade, não tem a sensação de que nunca mais vai dormir como antes? E não vai mesmo!!! Pelo menos até eles casarem. hahaha! Se você está passando por isso, uma pesquisa comprovou o que nesse momento é difícil acreditar: seu filho provavelmente vai dormir a noite toda em poucos meses.



Na primeira semana de vida da AnaLu ela dormia as 23:30h e acordava as 6:00h um sonho para qualquer mãe, não é? Ela dormia e eu ficava mais umas duas horas babando, chorando, encantada com aquele pedacinho do céu. Foi quando alguém da área da saúde da familia disse que eu era louca e que um bebê NUNCA poderia ficar tanto tempo sem mamar. Desde então, as 3hs da manhã lá ia eu acordar o sono perfeito e tranquilo da minha filha para dar de mamá. No dia seguinte eu tava um caco e foi assim por alguns meses. Até que o pediatra disse que eu jamais deveria ter feito isso, porque se ela estivesse com fome ou desconfortavel com alguma coisa ela se manifestaria com a unica forma de comunicação que ela conhecia: choro.

Um estudo realizado por pesquisadores da University of Canterbury, na Nova Zelândia, envolveu pais de 75 crianças que preencheram um diário sobre o sono do filho durante seis dias por mês, do nascimento aos 12 meses. Os resultados mostraram que aos 5 meses 50% das crianças eram capazes de dormir entre 22h e 6h. Animador, não?

É preciso lembrar, no entanto, que o padrão de sono varia de criança para criança. Enquanto umas dormem o regulam mais rápido, outras demoram um pouco mais.

A pediatra Márcia Hallinan, do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo, preparou um lista de situações que você, provavelmente, já enfrentou. Para que os pequenos aprendam a dormir, ela explica que é necessário rotina, ajuste de horários e paciência, muita paciência. Os exemplos abaixo podem ser aplicados eventualmente, portanto, evite-as:


>> ninar bebê no colo diariamente (o correto é colocá-los na cama ou berço e ler por uns 15 minutos ou cantarolar embalando-o pelo mesmo tempo);

>> nada de perambular com a criança pela casa no carrinho de bebê, ou colocar no bebê-conforto lugares esquisitos, como sobre a máquina de lavar (ninguém precisa ser chacoalhado para pegar no sono. Dê uma fraldinha, que ele se auto ninará);

>> nada de passear de carro com o pretexto de fazer a criança dormir;

>> não ofereça mamadeira ou chá a cada choramingo, elas só podem existir se fizerem parte do ritual;

>> pode ser uma delícia, mas não é correto ficar abraçados, lendo até eles dormirem. Você deve deixar o quarto deles quando estiverem sonolentos, mas ainda acordados. Eles devem perceber que estão sozinhos, para não se assustar quando despertarem no meio da noite;

>> nada de inventar situações negativas em relação ao sono, como bicho-papão;

>> atenção: berço não é lugar para castigo!

Eu amamentava deitada, ela dormia muito fácil então eu a levava para o berço. Foi assim até 1 ano e 8 meses quando eu desmamei, mas até esse ano a gente dormia nessa posição e no mesmo ritual. De um tempo pra cá ela vai sozinha pra cama dela, eu fico lá lendo, ninando, cantando, contando histórinhas até ela pegar no sono.
Até hoje essa é a nossa posição de aconchego, e nós adoramos!!

Na posição deitada, a mãe e o bebê estão frente à frente (barriga com barriga). A mãe oferece o peito do lado que está deitada. Esta posição e a sentada inversa são mais apropriadas quando a mãe for submetida a uma cesariana. Não se preocupe em dormir com o bebê na mesma cama, não há perigo.

PS: A Analu NUNCA dormiu entre nós, primeiro porque nós passavamos a noite em claro quando ela estava na cama e segundo porque eu acho ótimo manter o nosso canto, a nossa intimidade. Quando é necessário, porque ela estava doente, por exemplo, o papai acaba indo para o colchão.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Bebês amamentados somente com leite materno até os 6 meses 'têm melhor imunidade'


Segundo cientistas gregos, amamentar traz proteção adicional contra infecções

Benefício só ocorre quando o bebê é alimentado apenas com leite da mãe.

Bebês alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade ganham proteção extra contra infecções, dizem cientistas gregos.

O efeito observado independe de fatores como acesso à saúde e programas de vacinação, eles explicam.

Segundo os especialistas da Universidade de Creta, o segredo estaria na composição do leite materno.

As conclusões do estudo, que envolveu pouco mais de 900 bebês vacinados, foram publicadas na revista científica Archives of Diseases in Childhood.

A equipe ressalta, no entanto, que o benefício só ocorre quando o bebê é alimentado com leite da mãe apenas. Ou seja, acrescentar fórmulas ao leite materno não produz o mesmo efeito.

Especialistas em todo o mundo já recomendam que bebês sejam alimentados somente com leite materno pelo menos durante os seis primeiros meses de vida.

Estudo

Os pesquisadores gregos monitoraram a saúde de 926 bebês durante 12 meses, registrando quaisquer infecções ocorridas em seu primeiro ano de vida.

Entre as infecções registradas estavam doenças respiratórias, do ouvido e candidíase oral (sapinho).

Os recém-nascidos receberam todas as vacinas de rotina e tinham acesso a tratamentos de saúde de alto nível.

Quase dois terços das mães amamentaram seus filhos durante o primeiro mês, mas o número caiu para menos de um quinto (menos de 20%) seis meses depois.

Apenas 91 bebês foram alimentados exclusivamente com o leite da mãe durante os seis primeiros meses.

Os pesquisadores constataram que esse grupo apresentou menos infecções comuns durante seu primeiro ano de vida do que os bebês que foram parcialmente amamentados ou não amamentados.

E as infecções que os bebês contraíram foram menos severas, mesmo levando-se em conta outros fatores que podem influenciar os riscos de infecção, como número de irmãos e exposição à fumaça de cigarro.

O pesquisador Emmanouil Galanakis e sua equipe disseram que a composição do leite materno explica os resultados do estudo.

O leite materno contém anticorpos recebidos da mãe, assim como outros fatores imunológicos e nutricionais que ajudam o bebê a se defender de infecções.

"As mães deveriam ser avisadas pelos profissionais de saúde de que, em adição a outros benefícios, a amamentação exclusiva ajuda a prevenir infrecções em bebês e diminui a frequência e severidade das infecções", os especialistas dizem. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Eu amamentei exclusivamente até os 6 meses, é coisa mais prática, linda e perfeita. Mamazinho saudavel, quentinho e delicioso na hora e lugar que for preciso. Continuei amamentando até 1 ano e 8 meses, parei porque eu estava exausta e surgiram os primeiros sintomas da MG. Tive leite mais de 1 ano seguinte. O leite secou mesmo foi depois da cirurgia, há 3 meses.

A nossa união e cumplicidade não têm preço. Adoro falar sobre esse assunto!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Introdução de novos alimentos??? Socorrooo!!!



Pois é minha gente, as crianças crescem... parece que foi ontem que saíram da mesa de parto com seus pequeninos e agora... 6 meses!

Tenho em meu consultório muitas mães que se preocupam com a introdução alimentar de seus pimpolhos e estão certíssimas! Afinal com o arsenal a disposição que temos hoje, vamos e convenhamos, está cada vez mais difícil.

Sei que já estão “carecas de saber” que o aleitamento materno é essencial e deve ser exclusivo até os 6 meses do bebê, mas é sempre lembrar mais um vez, salvo em condições especiais que não vamos englobar agora. Após esse período, a introdução de novos alimentos na rotina de vida do bebê é necessária, pois o leite materno acaba sendo insuficiente do ponto de vista nutricional. Mas vamos deixar claro que a introdução de novos alimentos NÃO SIGNIFICA A SUSPENSÃO DO ALEITAMENTO MATERNO! Ao contrário, o aleitamento materno (ou fórmula infantil) deve continuar sendo a alimentação principal de seu bebê até completar 1 ano de idade, sendo um alimento importante também durante o 2º ano.

Quando fazemos a nutrição adequada aos pimpolhos, com a introdução alimentar correta e adequada de alimentos, você mamãe previne várias complicações que podem aparecer na vida de seu filho, como por exemplo: rinite, sinusite, enxaqueca, dermatite, infecções recorrentes, alergias E alergias alimentares, diarréia, cólica, constipação intestinal (famoso intestino preso), diabetes tipo I, entre tantas outras complicações. Por isso vou citar algumas dicas rápidas e alimentos específicos para introdução na criança de 6-9 meses.

- Primeiro nada de ficar comparando seu filho com o filho da vizinha! Cada criança tem o seu momento próprio para que sejam introduzidos alimentos sólidos na sua alimentação.

- Não é porque você não gosta do alimento que seu filho também não vai gostar! Tente variar a alimentação, não apenas para encorajar o bebê a experimentar novos sabores, mas para reduzir a probabilidade de alergia alimentar.

- E sim, é normal o bebê colocar o alimento para fora da boca várias vezes durante a refeição, pois ele ainda não tem muito controle na língua, quando começa a utilizar a colher.

- Nada de fazer a papinha com tudo o que conhece de mais alto valor nutritivo. Calma que vocês terão tempo pra isso! O ideal é que tenha a introdução de 1 alimento novo a cada 2 dias e não mais do que isso. Uma vez que o alimento foi testado e tolerado, pode ser fornecido misturado a outros que já tenham passado por esse mesmo processo. Desse modo, se acontecer qualquer processo alérgico já temos uma possível causa.

- A comida do bebê deve ser ‘sem graça para os adultos’ exatamente SEM sal e SEM açúcar. Assim como a temperatura, nem muito fria, nem muito quente.

- Segure a onda das avós hahaha, isso mesmo! É bem comum as avós e algumas mães também acharem que a criança comeu menos do que deveria, causando vários transtornos gástricos aos pequenos. Então, nunca force a criança ingerir mais comida do que a desejada, lembrando que a ofertar de cada alimento novo deve ser em pequena porção (2 col. chá).

- Por favor, nada de mamadeiras com aquele líquido gasoso de cor escura ou de qualquer outra cor, nem chocolate nessa faixa etária. Esses alimentos podem causar irritabilidade e aumentar os movimentos intestinais do bebê.

- Preferia alimentos orgânicos sempre, ainda mais nesse período.

- Entre os alimentos mais indicados para a nova rotina alimentar das crianças estão: arroz, painço, inhame, batata, abóbora, cenoura, beterraba, brócolis, couve, repolho, acelga, vagem, pêra, banana, damasco, blueberry, maça, cordeiro, peru... Lembrando que o leite materno ou fórmula infantil deve ter seu consumo continuado.

Ufaaa acabei, hehehe! Espero ter ajudado os blogueiros de plantão! Devo lembrar que a mãe deve ficar atenta aos sinais que o bebê pode apresentar durante a nova alimentação e após a mesma (gases, choro, irritação, constipação, diarréia, urticária, eczema, irritabilidade, dificuldades em dormir). Os sintomas podem ocorrer imediatamente após a ingestão do alimento ou pode levar mais de 24 h para se manifestar. Pode ocorrer ocasionalmente ou constantemente presente. Se isso acontecer procure ajuda profissional.

Um grande beijo a todos!

Ariane S. Zempulski
Esp. em Nutrição Clínica Funcional e Fitoterapia.
TEL: (45) 3574-7522




"Minha bebê tem quase oito meses e mamou exclusivamente por 6 meses, tava na hora de introduzir novos alimentos, confesso q até agora foi a fase mais difícil de lidar, pois ela só queria o peitinho dela. Comecei com suquinhos, frutinhas, mas nada agradava, veio as papinhas doces e salgadas, foi a mesma luta, ela cuspia tudo, chorava muito e só parava quando eu dava de mamar e assim foi por três longas semanas. O mais importante eu fiz que foi não desistir e ter muita paciência, hoje ela come super bem e ainda chora querendo mais."
Jackeline mamãe de Alice

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Amamentação, muito mais que um ato de amor [2]

1 ano de pleno prazer na minha vida (Ana Paula/RS):

Não existe nada no mundo mais prazeroso que estar pele à pele com seu bebê, para mim a amamentação é o momento mais lindo de uma mulher, muito mais que a gravidez.

É mágico, você e seu bebê, unidos pelo amor e NINGUÉM nesse mundo pode substituir esse momento, coração com coração, um carinho indescritível, um momento que você descobre que é fonte de sobrevivência para seu bebê, e se você não estivesse aqui nesse mundo? É por isso que somos tão fortes, queremos nos manter o mais saudáveis possível para estar sempre a postos de manter seu filho alimentado, vivo e protegido.

Sou Ana Paula, mamãe da Maria Luiza (uma mocinha linda que já está com 6 anos, forte e saudável, graças a amamentação)
Maria Luiza nasceu pré-matura, com 1kg900grs, e o leite materno foi o que salvou sua vida desde a incubadora, até suas primeiras crises respiratórias, e seus pequenos resfriados, ABENÇOADA A MÃE QUE TEM O PRIVILÉGIO DE GANHAR ESSE TEMPO COM SEU FILHO ;)

Amamentação, muito mais que um ato de amor [3]


Daniele, e sou mãe da Letícia (3 anos) e Gustavo (1 ano) e estou passando para relatar um pouco sobre minha linda experiência em amamentar meus filhos. Durante a gestação eu me preocupei muito com a amamentação, muitas dúvidas sobre como tinha que colocar o bebê, se teria leite, sentiria dor, como se preparar, etc. Da minha primeira filha, na maternidade, ela não pegava meu seio, pois eu não tinha bico, e até que passou a pegar apenas um, com muito sacrifício, intercalando com leite no copinho. Meu seio rachou e sangrou já na maternidade.

Chegando em casa, eu insistia, mas não foi bem sucedido...até que no dia seguinte que tive alta, meu seio empedrou, estava todo rachado, sangrando e febril, tive mastite. Corri na maternidade, e uma enfermeira ficou fazendo massagem de fora pra dentro. Chegando em casa tentei de todas as formas amamentar, posições diferentes, massagem no bico, minha família me ajudando, esgotava meu leite o dia todo pra ela mamar o LM (leite materno) e ainda pude amamentar ela até os 3 meses intercalando com LA (desde a maternidade,) até que da noite pro dia ele secou do nada.
Com meu segundo não foi diferente, tive todos os medos, mas... ele pegou o seio logo de cara, e sugava com muiiita força...e Tb tive rachaduras, sangrava, empedrava, eu tinha muiiiito leite, que vazava a noite e durante o dia Tb, pensei em desistir, pq doía demais....tive DPP (depressão pós parto) e isso fez com que eu não sentisse vontade mesmo de amamentá-lo.

Mas Deus fez com que eu conseguisse realizar meu sonho de amamentar exclusivo, e consegui, até os 6 meses ele mamou apenas LM, e mamou ainda até 1 ano e 6 meses, pq eu TIVE que parar de amamentar por diversos problemas...não foi fácil...pois eu amaaaaaaaaaava amametá-lo. Ele teve febre apenas UMA vez, nunca ficou resfriado. Vejo a diferença entre meus filhos, ela que mamou LA desde a maternidade e ele que mamou exclusivo até os 6 meses, ela ficava doente direto, e ele não.
Foram duas lindas experiências, porém diferentes..e sinto muiita falta de amamentar meu bebê! Amamentar é lindo e um ato de amor!

Amamentação, muito mais que um ato de amor. [4]

Patricia: Amamentar...
Dores iniciais, acordadas na madrugada... Nada que me faria ter desistido dessa transfusão de amor. Dizer sobre isso depois de um certo tempo provoca uma grande saudade. Vontade de voltar no tempo, sentir o cheirinho, a proximidade, um momento único a cada mamada.

Eu sentia um grande orgulho em conseguir ser uma fonte completa de alimento para aqueles seres lindos e cheios de dobrinhas. Ouvir elogios do pediatra cada vez que meus filhos eram pesados, aumentava ainda mais esse orgulho. Amamentei à moda antiga, comendo canjica e tomando muitos chás quando achava que a produção de leite não era suficiente. Talvez a canjica e os chás nem fizessem esse efeito, mas era uma tentativa de prolongar a amamentação. E eu consegui!

Assim foi com a Giovanna [12], com o Guilherme [6] e com o João Vítor [3]. Até o momento em que eles decidiram parar. Tudo aconteceu naturalmente, sem sacrifícios, conforme foram conhecendo novos alimentos, novos sabores.

Momentos que nunca se apagarão da minha memória, que consigo traduzir a eles através de fotografias, contando detalhes daqueles momentos. E como eles gostam de ouvir histórias de quando eram bem pequeninos.

A amamentação acabou. Mas o colo, o carinho, o ninar irão permanecer sempre!


Oi pessoal! Eu sou a Fabiana amiga da Kelly de Cascavel, tenho dois filhos que são minha razão de viver, a Camila com 11 anos, e o Matheus com 03. Bom, falar sobre amamentação pra mim é meio difícil, me sinto um tanto quanto frustrada em relação a isso. Amamentei a minha primeira filha até o sétimo mês, mas confesso que no inicio eu não sentia prazer em amamentar, foi difícil, meu leite demorou a descer, empedrou, meu bico rachou, eu sabia da importância da amamentação e fui insistindo, depois que essa fase passou, nossos laços foram se estreitando, eu fui amadurecendo e já podia enxergar aquele momento como algo mágico, que é o que imagino que todas as mães sentem, ela largou o peito com sete meses quando voltei a trabalhar, até insisti no inicio mas ela não pegou mais. Quando engravidei do Matheus, meu maior desejo era amamentar, fazer melhor que a primeira vez, mas infelizmente tentei de tudo por 15 dias, ele chorava, ouvi muitas criticas por continuar insistindo, chorei muito também por não conseguir, e aí acho que tudo colaborou, para que o leite não descesse e acabei partindo para mamadeira, aos poucos aceitei a situação e parei de me culpar, pois sei que fiz tudo que podia, e hoje posso dizer com toda certeza que amamentar é um ato de amor, mesmo que na mamadeira... Obrigada pelo convite amiga seu blog está mara!



E vc? Conte-nos sobre sua experiencia no assunto.

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