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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Depois do primeiro aninho...




Depois do primeiro ano de muita gargalhada, amassos e beijinhos vem uma das melhores fases do bebê, mas para o pesadelo de papais e mamães, depois de soprar a primeira velinha, é provável que seu filho fique mais interessado em aprender a andar e correr do que em comer.

Assim, seu interesse pela comida despenca. Ele está ocupado demais para desperdiçar um tempo enorme comendo. Mas isso é normal. Nessa época Ana Luiza estacionou nos 11 kg por 3 meses que me deixou muito preocupada.

O ritmo de crescimento da criança diminui no segundo ano e seu apetite acompanha essa queda. Não se preocupe. A gordura adicional que ela acumulou no primeiro ano serve de combustível para toda essa movimentação. No entanto, nessa idade elas precisam de energia para se manter de pé.

Uma criança de um aninho pode ficar rapidamente sem combustível, tornando-se agitada e irritada. O ideal é que ela faça cinco ou seis pequenas refeições durante o dia, inclusive dois ou três lanches saudáveis. Alimente seu filho com pequenas porções, colocando mais comida no prato assim que ele terminar. Um prato muito cheio é um convite à desistência e à bagunça. Eles acabam se sentindo incopetentes e mais tarde sentem medo das refeições.

Sem tempo para comer Como é difícil fazê-la parar. Cada mordida é uma vitória para uma criança nessa fase. Que mãe nunca saiu correndo atras do seu pimpolho com um prato de comida? Torcendo por algumas colheradas. As calorias em alimentos sem grande valor nutritivo, como biscoitos, doces e sucos, são um desperdício do tempo e do apetite da criança.

Ofereça alimentos nutritivos durante as refeições regulares, mas não force a criança a comer. Crianças pequenas que dizem o quanto basta, desenvolvem hábitos alimentares mais saudáveis depois de adultas. Cabe a você oferecer alimento saudável e atraente regularmente. Cabe a ela decidir se quer ou não comer. Isso fará com que as refeições em familia se tornem mais agradaveis.

Fazer com que se sente à mesa na hora das refeições, por menos que coma, é importante para ensiná-la a hora em que elas são servidas. Nessa idade, a criança adora comer à mesa, com a família. Este é o momento perfeito para que ela aprenda a se socializar e para você ensiná-la a comportar-se à mesa. Se a criança resistir ou começar a jogar a comida para fora do prato, é porque já está satisfeita. Observe isso. Deixe-a sentada, dê um livro para ver, mas não ofereça mais comida, pois isso inicia uma batalha na qual você jamais sairá vencedora.

A grande bagunça Seu filho aprende muito quando "brinca" com a comida. Deixar a comida cair no chão, amassá-la entre os dedos e esfregá-la na mesa são maneiras de conhecer os alimentos e de aprender a gostar deles. Ele provavelmente ainda não sabe usar a colher direito. Não importa, dê-lhe uma colher. Nessa idade, a criança quer comer sozinha e você deve estimulá-la, por maior que seja a bagunça. Nessa fase a crinça também está aprendendo a usar o copo: mais uma vez, bagunça à vista! A melhor opção é aprender a conviver com a bagunça usando e vestindo materiais fáceis de limpar. É necessario muita sujeira e bagunça em todas fase do seu filho, afinal de contas, se sujar faz bem.

Dicas para as refeições Se o seu filho só quiser comer macarrão, por exemplo, procure o pediatra. Talvez seja necessário dar-lhe uma vitamina. Em geral, as crianças não precisam tomar vitaminas, mas se seu filho realmente se recusa a comer, a administração de uma vitamina talvez o faça se sentir melhor. Não dê vitaminas de adultos, elas podem ser tóxicas para crianças. E já providencie molhos nutritivos como abobora, espinafre. Ele pode não dar grandes colheradas no molho mas conhecerá o sabor e saboreará grandes fontes de vitamina.

Comer no lugar certo Criar bons hábitos alimentares é sinônimo de comer sempre no mesmo lugar, como o cadeirão, na cozinha. Não é sinônimo de comer na frente da televisão, no quarto ou andando pela casa. A criança que come andando corre o risco de engasgar.

E acame-se! Essa fase pode durar anos! hehehe

A Ana Luiza nunca foi boa de garfo, claro que como qualquer criança ela tem as fases "come come ativado". Eu ja me preocupei mais com isso, mas uma vez o pediatra disse que ela estava bem acima da linha de crescimento e peso da idade dela, que eu podia ficar tranquila.

Eu a levo a nutricionista e faço um cardapio apropriado ao clima e idade dela.

Hoje, aos 4 anos ela come de tudo, porém, em pequenas quantidades. Não gosta de parar de brincar para comer e adora comer brincando. Em casa nós temos uma rotina bem certinha e que ela não pode escapar. A criatividade é sempre o meu artificio preferido, prato com desenhos, carinhas de comida e premios em beijos para os pratos mais coloridos faz com que ela seja apaixonada por frutas, verduras e legumes. Sinheeee ela vai as compras e tira risos das pessoas a volta quando pede beterraba, couve flor, brocolis, xuxu, cenoura... etc! Me orgulho muito disso!

Ana Luiza com 1 ano e meio comendo sozinha.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Relactação, a solução!

Você conhece? Já ouviu falar? Então vamos direto ao ponto, sobre como fazer a relactação, e depois conversamos mais á respeito.

PARA A RELACTAÇÃO, será preciso:

* Sonda nasogástrica nº 4 ou 5

É por onde o leite vai passar até chegar ao bebê.

* Seringa, mamadeira pequena ou (melhor opção) Frasco de nutrição suplementar\ ou frasco de nutrição enteral.

Esse frasco substitui a mamadeira ou a seringa, pois é de mais fácil manuseio, deixando as mãos livres.

Para a relactação o uso desse utensílio é melhor, pois faz com que o leite desça pela sonda com maior praticidade. A mamadeira algumas vezes não permite a descida do leite satisfatoriamente. A seringa pode acontecer de pressionar rapidamente soltando jatos na boca do bebê, ocasionando em engasgo.

Pode encontrar a sonda e o frasco por preços que variam de r$ 0,40 (é, só isso mesmo!), a R$ 8,00, em lojas de produtos farmacêuticos (talvez encontre em farmácias comuns).

Lojas especializadas em bombas de ordenha do leite materno e utensílios para amamentação vendem (também via internet), o equipamento completo, por preços mais altos. Apenas o frasco mostrado na foto da mãe relactando, acima, sai em média de R$ 70,00 a 250,00!

* Fita crepe, para prender a sonda junto ao seio.

Pronto!

Depois de organizar os detalhes, comece a relactação:

Coloque a ponta da sonda cerca de 2cm ao lado, ou por cima do mamilo.

• Prenda a sonda com a fita crepe. Se achar mais confortável, segure firme, sem prender.

*Se o bebê sugar muito rápido o leite do recipiente, arrume sonda de calibre menor, ou aperte com o dedo administrando a quantidade.

Ao iniciar a relactação, evite:

• Dar outro líquido ao bebê;

• Utilizar mamadeira. Nos momentos em que não relactar, utilize copinho ou colher para dar o leit, evitando a confusão de bicos pelo bebê;

• Aproveite quando ele estiver com fome, para que a aceitação seja maior;

• Se consegue ordenhar o leite para colocar no recipiente, bom. Caso nao seja possível, não há problemas. Dê o leite que o bebê está acostumado.O importante, agora, é a sucção do seio.

•Pingue o leite com seringa ou conta-gotas nos lábios do bebê, no mamilo e na aréola do seu seio, para que ele sinta o cheiro e o sabor, estimulando a pega;

• Realize todos os dias a ordenha do leite materno, de 2 em 2 horas, mesmo que não tiver leite para ordenhar. Isso vai estimular a produção, aos poucos, mas logo dará resultados.

Quando fazer a relactação

• Quando o bebê deixou o peito para usar a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo;

• Quando o bebê apresenta sucção pouco eficiente e apresenta baixo peso;

• Quando o bebê parece rejeitar o seio;

• Bebê prematuro que não consegue ordenhar todo o leite necessário para sua nutrição;

• Bebê doente – cardíaco e outros – que não podem fazer esforço;

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldade;

• Recém-nascidos cujo leite da mãe não desceu;

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação;

• Mamães adotivas que querem amamentar seus bebês.

Mas, então, para quem ainda não sabe, o que é a Relactação?

Relactação é uma maneira simples de auxiliar as mamães que querem amamentar seus bebês, mesmo quando por motivo de força maior tiveram que parar de dar o peito, ou nunca deram (mães adotivas ou que tiveram problemas de saúde que as impediram de fazê-lo).

Aqui no Brasil, a relactação é mais conhecida graças ao trabalho de divulgação de instituições não governamentais que apóiam a amamentação (nacionais ou internacionais). No exterior, já é velha conhecida de algumas décadas.

Á partir dessas organizações é que a relactação tornou possível a realização do desejo das mães que querem amamentar seus filhos. Descobrindo ainda que não há motivos que impeçam uma mulher de relactar.

Completamente ligada á natureza feminina, a relactação ativa hormônios (a ocitocina e a prolactina) que não apenas ajudam na produção do LM (leite materno), como o faz aumentar consideravelmente!

Muitas mães podem conseguir o mesmo apenas colocando o bebê para sugar o seio, em intervalos regulares, mas outras precisam de uma forcinha extra.

Se algum médico “liberar” fórmulas artificiais para seu bebê, entre outros motivos, porque:

1) Parece não ganhar peso (provavelmente porque a pega do seio não está correta, então ele ingere menos leite materno do que poderia);

2) Seu leite é fraco e não sustenta o seu filho (idem acima. Esse mito é o mais absurdo do rol de “motivos” para introduzir alimentação complementar precocemente)

3) Está com mastite ou rachaduras no seio, depressão pós-parto, tomando remédios que poderiam ser evitados, etc.

Pense muito bem antes de trocar a amamentação pela alimentação artificial. E lembre-se da relactação para retornar a beneficiar seu bebê com o melhor alimento que pode fornecer para ele.

A relactação ainda não é muito difundida nos bancos de leite de maternidades, e mesmo em bancos de leite oficiais, brasileiros. Nem mesmo naqueles que constam na lista da página da Fiocruz (depois posto o link).

Deveria ser indicada como técnica para auxílio em tratamento de prematuros e bebês nascidos em tempo, internados em hospitais do país.

Deveria ser parte da especialização de médicos pediatras (que tanto aprendem em cursos patrocinados por indústrias de fórmulas de leite em pó a desestimular a amamentação, pois conhecem substitutos ao LM mais lucrativos, não para os pais).

Deveria ser opção de tratamento para bebês alimentados artificialmente, que padecem de doenças que prejudicam seu desenvolvimento, como por ex. RGE ou alergias alimentares;

Aliás, a (cada vez mais crescente) alergia ao leite de vaca e fórmulas á base de é a número 1 entre bebês e crianças até 3 anos. Isso subestimando a realidade, com casos e casos mal diagnosticados.

Enquanto vemos o “apoio” á amamentação sendo feito de forma frouxa (em ações do governo federal, com campanhas publicitárias onde apenas mostram artistas conhecidas do grande público), na realidade, nada de efetivo e concreto é realizado junto á população, para que resulte em conscientização e apoio real á amamentação materna no país.

domingo, 17 de outubro de 2010

Horário de verão exige readaptação de hábitos alimentares

Começou à meia-noite deste domingo o horário de verão, quando os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil terão que adiantar os relógios em uma hora. E pra mim, que sou boa de cama, é um sofrimento sem fim, quando começo a me adaptar o horário muda novamente!

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, acordar uma hora mais cedo vai exigir uma certa adaptação do corpo humano. Por isso, o médico Jacob Faintuch, do Hospital das Clínicas de São Paulo, recomenda que o ideal é que as pessoas tentem manter uma boa qualidade do sono, evitando 'situações estimulantes no final da tarde ou no início da noite'.

O médico também recomenda que as pessoas evitem consumir café ou chá preto, alimentar-se demais no jantar, dormir sem comer e praticar exercícios físicos muito extenuantes. 'O ideal é praticar atividade física uma vez ao dia, no mínimo duas horas depois de acordar, e evitar a prática durante a noite', disse o médico.

Segundo o médico, o desequilíbrio no organismo ocorre nos cinco primeiros dias da mudança no relógio.

O horário de verão foi instituído para reduzir o consumo de energia elétrica no horário de pico, ao final da tarde.

A Eletropaulo, empresa responsável pela distribuição de energia em 24 municípios da região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital, prevê um benefício extra com o horário de verão. De acordo com a empresa, o consumo de energia será reduzido em 6%. Segundo Fernando Mirancos, diretor de operações da empresa, a redução também deve ocorrer dentro de casa. 'Para o consumidor residencial, é possível economizar utilizando menos tempo a iluminação artificial. Com essa medida, pode ocorrer uma redução de até 5% no consumo mensal de energia'.

Dias mais longos para trabalhar, praticar esportes, brincar e se divertir. Noites curtas para dormir menos. Bóra pra cama que a gente se adapta!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Meu filho não come!


Uma das maiores preocupações das mães em relação aos filhos é mesmo com a comida. -"Meu filho não come!" é a queixa mais comum que a maioria dos pediatras ouve em seus consultórios. Segundo o Dr. Eduardo Marcondes, professor-titular de Pediatria do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo, quase sempre essa queixa não corresponde a um problema de saúde da criança e "geralmente não passa de um equívoco".

É importante que as mães e os pais compreendam que o apetite da criança diminui após o primeiro ano de vida, por uma mudança normal de padrão. A criança normal triplica seu peso no primeiro ano de vida, e aumenta apenas cerca de 10 a 20% de seu peso nos primeiros anos de vida depois do primeiro.

Além do mais, essa é uma época de gripes e resfriados freqüentes, quando o apetite diminui mais ainda. O importante é não forçar a criança a comer como antes, mas oferecer mais comida a ela quando estiver se recuperando e o apetite aumentar.

O acompanhamento do crescimento através do cartão da criança também é muito útil para verificar se ela está se desenvolvendo corretamente ou tem algum problema. O certo é que ela ganhe peso, mesmo que pouco, a cada mês. Se ela estiver acompanhando a curva, dentro dos limites máximo e mínimo, está tudo bem. No entanto, nesta fase, a criança pode mudar de peso com alguma freqüência, sem que isto seja motivo de preocupação. A não ser que a perda de peso seja grande e súbita.

O que é o apetite? É a fome, a vontade de comer. E por que temos fome? Porque precisamos de alimentos para que o nosso corpo retire dele os nutrientes e a energia indispensáveis à vida. Os nutrientes é que asseguram a reposição de energia que gastamos todos os dias. Nós, adultos, só precisamos repor as energias que despendemos para viver; mas as crianças, além disso, precisam de mais alimento ainda, para crescer. É por isso que, em relação ao próprio peso, elas comem mais do que os adultos.

Quando o organismo sente que está em falta de nutrientes, reclama, provocando reações em nosso corpo: contrações no estômago, dores, avisos de que está na hora de comer. Se a fome é muita e demoramos a satisfazê-la, o corpo responde com tonturas, mal-estar, dor de cabeça.

Cada pessoa tem sua prórpia necessidade de alimentos sólidos ou líquidos. Umas precisam mais, outras menos. Umas sofrem muito com a fome, outras menos. Uma criança miúda precisa comer menos do que outra da mesma idade mas que tem um corpo maior para sustentar. Também pode ocorrer que duas crianças da mesma idade e com o mesmo peso tenham apetites diferentes, porque suas necessidades são diferentes, desenvolvendo-se as duas normalmente.

O apetite varia muito, dependendo da constituição da criança, uma coisa pessoal e intransferível, que deve ser respeitada. Não tem cabimento ficar comparando o que seu filho come com o que outras crianças comem. É errado alimentar uma criança segundo tabelas e quantidades pré-determinadas.

Antigamente, costumava-se pesar o bebê antes e depois da mamada, ou a criança, depois de comer, para saber se havia se alimentado o suficiente. Suficiente, no entanto, é a quantidade que satisfaz a criança, e sobre isso ela é o único juiz de sua necessidade. Há bebês que mamam muito, em espaços longos; outros mamam pouco, a intervalos curtos; assim como há os que mamam muito em intervalos curtos e os que mamam pouco com longos intervalos: tudo depende da necessidade de energia de cada um e do quanto cada um deles teve a oportunidade de gastar. Assim também com a criança, dependendo da energia que ela consome.

Crianças pequenas não conseguem imaginar a causa da fome e. com fome, sentem-se injustiçadas. Muitas chegam a imaginar que a fome é uma espécie de castigo, que não sabem quando vai acabar. Por isso mesmo, para que a criança não se sinta insegura, não devemos deixá-la com fome além do tempo indispensável, principalmente porque a falta de comida prejudica o desenvolvimento emocional e afetivo.

Nenhuma criança deixa comida no prato se está com deficiência energética, mal alimentada ou com fome. Também não há um padrão a respeito do apetite de uma criança: hoje ela pode comer pouco e amanhã "comer bem", na avaliação da mãe. O apetite e, conseqüentemente, a quantidade de comida que a criança ingere é sempre proporcional à sua necessidade de energia, à sua atividade, ao seu crescimento.

Mas existe uma grande relação entre o apetite e a vida emocional. Um ambiente carregado, a pressão dos adultos para que coma, problemas emocionais, tudo isso é capaz de tirar o apetite da criança. Mesmo tendo necessidade de comer, a hora de comer é tão desagradável para ela que a criança prefere não comer. Discussões, gritos à mesa, brigas, queixas e reclamações, mesmo que não se dirijam à criança, acabam tirando o seu apetite.

Se for contra ela, então, pior, porque a criança passa a relacionar a hora de comer com momentos desagradáveis e isso pode comprometer seu apetite.

Além do ambiente e do estado de espírito, a aparência visual da comida, o cheiro, o gosto, tudo tem importância porque quando a criança come com prazer come mais. Por isso mesmo (pelo prazer que ela sente) é que toda criança gosta muito de ir às lojas de fast food, onde sempre come muito.

Obrigada a comer o que não gosta, forçada a comer quando não tem fome, infernizada pelos pais, a carga emocional negativa que se soma pode resultar em que a criança não consiga mais comer, mesmo quando tem necessidade. E isso sim, passa a ser um problema, tão grande quanto o da criança que come em excesso. Nos dois casos ela está doente e precisa de atenção especializada.

Não force seu filho a comer, nem force a comer tudo. Não implique coma criança e respeite o seu paladar. Se quer que ela coma tudo, coma você também, para dar o exemplo. Procure fazer da hora da refeição um momento de prazer para todos e não seja preconceituoso: um bom sorvete pode ser tudo do que ela precisa no momento, em matéria de energia.

Importante: a criança precisa de espaço seguro, de tempo e liberdade para brincar, exercitar-se, para explorar e para divertir-se, para gastar energias e ter fome.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A importância do café da manhã


Seu filho não toma café da manhã todos os dias? Fique atenta. Estudos têm mostrado que o hábito de não fazer essa refeição aumenta o risco de a criança ter sobrepeso, uma vez que, ao pular o café, ela exagera na seguinte, consumindo também mais calorias e gorduras. A especialista em nutrição materno infantil, Rose Patin, cita outro estudo, realizado na Alemanha com cerca de 4500 crianças entre 5 e 6 anos, que comprovou algo semelhante. No grupo daquelas que faziam menos de três refeições por dia a incidência de obesidade era de 5%. Já entre aquelas que faziam 5 refeições ou mais esse número baixava para 2%. “A refeição mais omitida é o café da manhã”, explicou Rose.

No ano passado , em uma enquete feita pelo site da CRESCER, os internautas responderam que 71% de seus filhos não se alimentam antes de ir para a escola. Para a especialista, a culpa é dos pais. “Principalmente crianças pequenas, com 2 ou 3 anos, precisam de estímulos e não podem simplesmente se recusar a comer. É importante que desde cedo, a partir dos 6 meses, os responsáveis por elas comecem a oferecer alimentos saudáveis”, afirma Rose. A nutricionista ainda explica que quanto antes os bebês forem acostumados a ingerir produtos naturais e ricos em nutrientes, como os integrais, eles vão se acostumar com eles com mais facilidade.


Entre os alimentos mais indicados para as crianças estão aqueles com fibras, os chamados carboidratos complexos, que ajudam no desenvolvimento. Encontrada principalmente nas frutas e hortaliças, as fibras ajudam num melhor funcionamento do sistema gastrointestinal e fazem com que a sensação de saciedade seja mantida por mais tempo. A especialista Rose Patin indica que há estudos que comprovam que em grupos de crianças que consomem menos fibras alimentares há maior prevalência de obesidade. Um dos motivos disso, alerta a nutricionista, é que há um movimento mundial de diminuição no consumo de legumes, também fontes de fibras. “Em 1961 a ingestão diária ficava em torno de 25 gramas, duas décadas depois esse número caiu para 17 gramas”.

Ficar muitas horas sem comer também faz mal. Segundo o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital Albert Einstein, os estoques de glicose no organismo começam a reduzir a partir de três horas de jejum. Assim, depois de uma noite de sono, é provável que seu filho tenha ficado em média 8 horas sem se alimentar. “Com a atividade física na escola, mais a falta de comida, há risco de hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue). Tontura, náusea e até desmaios podem aparecer”, diz. Além disso, a criança pode ter alteração no humor e dificuldade para se concentrar.


Dicas para ensinar a criança a comer de manhã

Se o seu filho não tem costume de se alimentar pela manhã, é hora de mudar esse hábito. “Em primeiro lugar, explique para a criança por que essa refeição é fundamental. Além disso, os pais precisam insistir, de forma amigável, para que o filho coma alguma coisa”, afirma Celso.

Você pode oferecer um leite com achocolatado ou batê-lo com uma fruta de que ele mais gosta. É importante também incluir um cardoidrato nessa refeição. Lembre-se que você é o exemplo: as escolhas e os hábitos da criança dependem muito do que elas vêm os pais fazer e comer.

Outra dica é, sempre que possível, diminuir o consumo de açúcar e aumentar a quantidade de fibras no café. “Faça substituições. Em vez de 3 colheres de achocolatado, comece a colocar somente duas. Inclua sempre uma fruta: ela garante vitaminas e fibras alimentares”, diz Rose Patin.

Está faltando tempo pela manhã? Uma sugestão é deixar a mesa do café preparada na noite anterior e pedir ajuda do seu filho. Faça com que esse momento seja um encontro saudável da família e sem pressa. Comer correndo desestimula. Para ajudar você, confira abaixo um cardápio semanal para a primeira refeição do dia da criança:


Segunda-feira: leite integral com achocolatado, pão com manteiga e meio mamão
Terça-feira: vitamina de leite, banana, aveia e maçã e biscoitos de água e sal

Quarta-feira: iourgute natural, pão com requeijão e goiaba
Quinta-feira: cereal com leite, morango e banana

Sexta-feira: suco de laranja e pão com queijo branco

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Alimentação infantil: mitos e verdades


Reunimos algumas das dúvidas mais freqüentes sobre nutrição das crianças e, para acabar de vez com elas, pedimos ajuda a alguns dos melhores especialistas no assunto.
Por Adriana Toledo


Jantar muito tarde provoca sono agitado nas crianças?
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. “Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida”, afirma Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo. “Após esse período a criança pode se deitar tranqüilamente”, completa o médico.


É melhor o bebê comer frutas com ou sem casca?
“O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras”, garante Fábio Ancona Lopes, especialista em alimentação infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura infantil?
“Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos da boca e facilitando a fala”, diz Renata Cocco, pediatra da Unifesp. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para a alimentação do resto da infância e da adolescência.


O leite de soja pode substituir o de vaca?
“Sim, se o problema for intolerância à lactose”, explica Renata Cocco. “Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio.” É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a alimentação do seu filho.

Alimentos com corantes causam alergia?
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. “Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas”, revela a pediatra Renata Cocco. “Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações a aditivos alimentares.”


Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?
“Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos”, informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, a inclusão desse tipo de bebida na alimentação infantil pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

PS: AnaLu não estava com piolho, ufaaaa!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Refeição agitada

Brincar muito. Esta é a prioridade na vida de uma criança. Nem poderia ser diferente! Acontece que nem sempre essa prioridade coincide com a dos pais como, por exemplo, a hora das refeições. Por isso, em muitos lares fica decretado “estado de guerra” nesse momento. Não se trata de nada desastroso, mas a criança tem outros interesses que não só o de comer e procura apenas saciar a fome, e não degustar os alimentos.

A frase “filho, come direito” é, certamente, a mais ouvida nessa etapa de inquietude à mesa. E a cena se repete a cada refeição, estressando pai e mãe. A criança, esperta que é, não deixa pra menos. Come com a boca aberta, levanta-se a toda hora, apenas para chamar a atenção. Essa má vontade com a mesa é causada pela tradicional falta de apetite dessa fase aliada à eterna disposição de brincar. Há ainda outras influências que podem causar essa agitação. Uma mudança na rotina da família, como o nascimento de um irmão, empolga e dispersa.

A solução é simples. Cabe aos pais exercer seu papel de donos da situação e repetir a mesma frase de sempre. Aquela que é campeã de audiência nas paradas de sucesso: “Filho, come direito”. Não tem jeito. O comportamento desejado à mesa é uma questão de doutrinação e condicionamento. Não se deve arranjar briga por causa de posturas de gente grande à mesa. O atrativo deve ser sempre a comida. Se a criança não come muito, não é necessário encher o prato de comida. Tornar a refeição interessante, criando um ambiente gostoso, onde ela interaja com a conversa dos adultos, pode ser um chamariz a mais.

Aqui em casa, a hora da refeição é uma hora sagrada. A AnaLu senta a mesa conosco sempre, mas traz sempre algum brinquedo junto. Acho que criar o habito de sentar-se a mesa é mais importante que encher a barriga nessa fase.

Alguns profissionais são contra e dizem que na hora da fome ela vai comer, mas isso não foi escrito por uma mãe. Lógico que se a criança estiver no up da brincadeira não vai sentir fome, então eu sempre levo um lanchinho.

A mesa todos os brinquedos têm seu prato e é brincando que ela criará o habito de se alimentar. Ela nunca foi boa de garfo, come de tudo mas como uma formiguinha, e sabe que ultimamente ela tem se alimentado super bem? Estou tão feliz!!!

PS: acho muito importante não obriga-la a raspar o prato, ela come o quanto quiser.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Alimentação saudável ajuda crianças a evitar o contágio de gripes

Toda mãe sabe que essa época do ano não é facil (Graças a Deus a AnaLu não pegou nem resfriado esse inverno) mas ta todo mundo pegando. Resolvi trazer dicas que eu uso aqui em casa, como o meu sistema imunológico é nulo, eu preciso cuidar de quem está perto de mim, pois é através deles que os assustadores virus chegam até o meu corpinho e da minha pequenina.

A volta às aulas traz aos pais preocupações em relação ao perigo de contágio da gripe A (H1N1). Além do reforço na higiene pessoal das crianças, a manutenção de uma alimentação saudável é essencial para fortalecer o sistema de defesa do organismo, o que pode ajudar a evitar esta e outras doenças.

Alimentos ricos em vitamina C são os mais indicados quando o assunto é aumentar a resistência do corpo. Ao elevar a energia do sistema imunológico, a vitamina C auxilia na prevenção de gripes e resfriados. A substância beneficia, também, o sangue, já que favorece a absorção de ferro, cálcio e outros minerais. Além disso, o nutriente é essencial para a formação de ossos e dentes e para o crescimento e desenvolvimento das crianças.

O nutricionista do Oba Hortifruti Diego Soares recomenda um cardápio variado e bastante colorido para melhor absorção da vitamina C. “Acerola, laranja, limão, morango, couve, mamão, melão, ervilha, goiaba, brócolis, kiwi, pimentão, caju e tomate são alguns dos alimentos mais ricos em vitamina C”, exemplifica.

De acordo com o nutricionista, o consumo da vitamina deve ser diário, para que o organismo crie resistência suficiente para evitar o surgimento de determinadas doenças. Para as crianças, a ingestão diária de vitamina C, recomendada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é de cerca de 60 mg por dia. Essa quantidade pode ser adquirida em aproximadamente 120 ml de suco de laranja, por exemplo.

Para garantir saúde às crianças, outros nutrientes são essenciais no cardápio diário. A deficiência de ferro, por exemplo, é muito comum nesta fase. Para suprir essa necessidade, Diego recomenda o consumo de carnes e peixes, além da vitamina C. O nutricionista ressalta, ainda, a importância das verduras, que fornecem grandes quantidades de vitaminas essenciais para um bom desenvolvimento físico e mental, além de ajudar a regular o intestino.

Para chamar a atenção das crianças com um prato colorido e saboroso, Diego sugere uma gelatina de frutas, sobremesa rica em vitamina C.

Gelatina de frutas (Otima dica!!)

Ingredientes
1 mamão pequeno, 4 maçãs, 5 laranjas, 2 kiwis, 10 morangos, 4 pêssegos, 1 cacho de uva, 2 pacotes de gelatina sem sabor.

Modo de preparo
Corte todas as frutas em cubos e adoce a gosto. Prepare a gelatina, normalmente. Em seguida, misture todas as frutas à gelatina e coloque em uma forma de pudim. Leve à geladeira por quatro horas. Retire e desenforme.

A princesa ama frutas e verduras, então é super facil incluir na dieta dela alimentos cheios de vitaminas. UFA!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Tal pai, tal filho


De nada adianta exigir que o seu filho tenha uma alimentação saudável se você costuma encher o prato de alimentos proibitivos. Pesquisadores da Universidade Saint Louis, nos Estados Unidos, observaram em 1.300 famílias que os bons hábitos alimentares dos pais são copiados pelos filhos.

Outro estudo americano, publicado este mês na revista Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine , endossa a conclusão. Depois de permitir que 120 crianças fizessem a festa no supermercado, notou-se que o gosto dos pequenos por doces, salgadinhos e refrigerantes é influenciado por aquilo que vêem os pais comerem. O contrário também é válido: se os pais preferem frutas e verduras, a escolha das crianças é mais saudável.

Para o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo, o melhor é que a meninada aprenda desde muito cedo a comer direito. É importante deixar que elas experimentem uma grande variedade de frutas, legumes e hortaliças, sugere o especialista. Além de combater a obesidade, o que já é um grande feito, a alimentação equilibrada é fundamental para o desenvolvimento infantil.

domingo, 25 de julho de 2010

Reeducação alimentar para criar habitos saudaveis


Reeducação alimentar para criar habitos saudaveis pensando no nosso futuro e na nossa filha. É uma graça ela chegar em um restaurante ou em uma janta e pedir couve-flor, cenoura, tomate antes de mais nada.
Ate porque o peso que ganhei foi graças ao corticóide, e como o diurético faz com que eu entre em crises só posso esperar o tratamento acabar. E até la criar habitos saudaveis.
Há mais de 2 meses optamos por um cardápio mais saudavel aqui em casa, moleza! Porque eu e a Analu amamos saladas e verduras!

Decidimos por:
- cortamos a fritura (somente em lanches fora de casa)
- carne vermelha 1 vez por semana (essa foi a parte mais dificil)
- refrigerante nem pensar!
- muita fruta (já consumiamos muito)
- arroz e massa troquei pelo integral e estamos adorando
- muita verdura crua
- muitos legumes
- muito suco natural
- consumir mais soja
- trocar açucar pelo açucar mascavo já que nao suporto adoçante

Tudo isso foi muito facil, precisavamos apenas dar uma policiada. E ta sendo super tranquilo, o mais importante é que uma vez por semana podemos fugir das regras. Mas hoje em dia é tão dificil fugir.

A minha nova meta é me adaptar ao chá verde:

Um estudo recente feito nos Estados Unidos revelou que o chá verde ajuda a emagrecer e acelera a queima da gordura abdominal. Pessoas que tomaram até seis xícaras de chá verde por dia perderam o dobro de peso e 25 vezes mais gordura abdominal do que as pessoas que consumiram somente refrigerante diet.

Combinado com uma alimentação saudável o chá verde é um excelente agente emagrecedor pois ele ajuda a acelerar o metabolismo e facilita a queima de gordura.

Além do seu efeito emagrecedor, o chá verde ajuda a desintoxicar o organismo, facilitar a digestão, previne contra o envelhecimento das células, ajuda na redução do colesterol e melhora a memória. Tudo que eu preciso!!!

E vc? Ja tomou chá verde?

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dicas do que fazer para melhorar e garantir o desenvolvimento do bebê em termos de sua alimentação

Agora você é mãe, então começam as preocupações com esse ser que depende exclusivamente de você, seu filho. E o que você pode fazer para melhorar e garantir o desenvolvimento dele em termos de alimentação?

Na verdade, a gestante deveria se comportar como qualquer pessoa em termos de alimentação:

1) Não fique em jejum prolongado, por mais de 3-4horas, isso leva a hipoglicemia, podendo ocorrer desmaios, mal estar, náuseas, vômitos e sofrimento para o seu bebê. Faça pelo menos 6 refeições ao dia (café-da-manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia)

2) Carregue sempre com você alimentos saudáveis, frutas, cereais, iogurtes e sanduíches de pão integral ou centeio. Tendo isso a mão, na hora da fome você não correrá para as frituras e doces mais próximos

3) Procure ingerir muitos alimentos com cálcio (seu bebê está formando ossos); fibras (o intestino da grávida tende a ficar mais preso e ressecado); frutas; verduras; legumes; arroz e pão integral; prefira os queiijos mais brancos e menos amarelados.

4) Evite frituras, doces, salgar muito a comida, alimentos mal passados e crus, refrigerantes e bebidas alcoólicas.

5) Acrescente peixe pelo menos 2 vezes na semana ao seu cardápio e SEMPRE coma verduras e legumes as refeições.

6) Não coma por dois, o aconselhável é ganhar entre 9 e 13kg para mães normais e 6kg para mães com obesidade mórbida. Acima desse ganho há maior risco de pressão alta da gravidez e de diabetes da gravidez, levando a risco de prematuridade. Não exagere. Lembre-se além dos riscos no parto há uma perda média de 7 a 9kg, então você terá que perder todo o resto depois.

7) Pratique atividade física com orientação médica, ela será importante para a sua saúde, para a do seu bebê, reduzirá a ansiedade e as dores nas costas, melhorando ainda a sua circulação.

8) Acrescente alimentos orgânicos a sua dieta, eles apresentam mais valor nutritivo e não tem agrotóxicos e conservantes.

9) Na dúvida, não coma, não beba, pergunte ao seu médico antes.

10) Não fume durante a gravidez e não use drogas, tudo isso traz riscos para o seu bebê

Fique tranqüila, você está no caminho certo. Informando-se será uma mãe melhor, terá uma gravidez mais saudável e, por conseqüência um bebê muito mais feliz. Informe-se sempre. Em caso de dúvida, entre em contato, terei o maior prazer em respondê-la.

Olhem como o meu sobrinho Bruno está ficando grandão! A titia amaaa! Foi uma delicia passar o findi com vc pimpolho!
Essa semana vamos falar sobre gestação. Não perca!
Desde que eu e o Mau começamos a namorar sabiamos da Ana Luiza, qdo engradivei foi um misto de felicidade, medo, insegurança e a realização de um sonho. Eu tive muitos enjoos e sempre soube que seria uma menina. Eu sonhava diariamente com ela. Comprei roupas rosa antes mesmo de saber o sexo. Eu era apaixonada pela minha barriga e pela sensação de ser mãe. Depois do 4 mês nem parecia que eu estava gravida, engordei 22kg e no terceiro mês pós parto já tinha voltado ao normal. Eu queria MUITOOO parto normal, tentei de cocoras, no chuveiro, em pé, com analgesia e nada, depois de 14hs de trabalho de parto ela nasceu de cesarea com 42 semanas. A bebê mais linda e doce do mundo!

SE VC FOR O VISITANTE NUMERO 1000, DEIXE UM COMENTARIO QUE VC GANHARA UM PRESENTE!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Introdução de novos alimentos??? Socorrooo!!!



Pois é minha gente, as crianças crescem... parece que foi ontem que saíram da mesa de parto com seus pequeninos e agora... 6 meses!

Tenho em meu consultório muitas mães que se preocupam com a introdução alimentar de seus pimpolhos e estão certíssimas! Afinal com o arsenal a disposição que temos hoje, vamos e convenhamos, está cada vez mais difícil.

Sei que já estão “carecas de saber” que o aleitamento materno é essencial e deve ser exclusivo até os 6 meses do bebê, mas é sempre lembrar mais um vez, salvo em condições especiais que não vamos englobar agora. Após esse período, a introdução de novos alimentos na rotina de vida do bebê é necessária, pois o leite materno acaba sendo insuficiente do ponto de vista nutricional. Mas vamos deixar claro que a introdução de novos alimentos NÃO SIGNIFICA A SUSPENSÃO DO ALEITAMENTO MATERNO! Ao contrário, o aleitamento materno (ou fórmula infantil) deve continuar sendo a alimentação principal de seu bebê até completar 1 ano de idade, sendo um alimento importante também durante o 2º ano.

Quando fazemos a nutrição adequada aos pimpolhos, com a introdução alimentar correta e adequada de alimentos, você mamãe previne várias complicações que podem aparecer na vida de seu filho, como por exemplo: rinite, sinusite, enxaqueca, dermatite, infecções recorrentes, alergias E alergias alimentares, diarréia, cólica, constipação intestinal (famoso intestino preso), diabetes tipo I, entre tantas outras complicações. Por isso vou citar algumas dicas rápidas e alimentos específicos para introdução na criança de 6-9 meses.

- Primeiro nada de ficar comparando seu filho com o filho da vizinha! Cada criança tem o seu momento próprio para que sejam introduzidos alimentos sólidos na sua alimentação.

- Não é porque você não gosta do alimento que seu filho também não vai gostar! Tente variar a alimentação, não apenas para encorajar o bebê a experimentar novos sabores, mas para reduzir a probabilidade de alergia alimentar.

- E sim, é normal o bebê colocar o alimento para fora da boca várias vezes durante a refeição, pois ele ainda não tem muito controle na língua, quando começa a utilizar a colher.

- Nada de fazer a papinha com tudo o que conhece de mais alto valor nutritivo. Calma que vocês terão tempo pra isso! O ideal é que tenha a introdução de 1 alimento novo a cada 2 dias e não mais do que isso. Uma vez que o alimento foi testado e tolerado, pode ser fornecido misturado a outros que já tenham passado por esse mesmo processo. Desse modo, se acontecer qualquer processo alérgico já temos uma possível causa.

- A comida do bebê deve ser ‘sem graça para os adultos’ exatamente SEM sal e SEM açúcar. Assim como a temperatura, nem muito fria, nem muito quente.

- Segure a onda das avós hahaha, isso mesmo! É bem comum as avós e algumas mães também acharem que a criança comeu menos do que deveria, causando vários transtornos gástricos aos pequenos. Então, nunca force a criança ingerir mais comida do que a desejada, lembrando que a ofertar de cada alimento novo deve ser em pequena porção (2 col. chá).

- Por favor, nada de mamadeiras com aquele líquido gasoso de cor escura ou de qualquer outra cor, nem chocolate nessa faixa etária. Esses alimentos podem causar irritabilidade e aumentar os movimentos intestinais do bebê.

- Preferia alimentos orgânicos sempre, ainda mais nesse período.

- Entre os alimentos mais indicados para a nova rotina alimentar das crianças estão: arroz, painço, inhame, batata, abóbora, cenoura, beterraba, brócolis, couve, repolho, acelga, vagem, pêra, banana, damasco, blueberry, maça, cordeiro, peru... Lembrando que o leite materno ou fórmula infantil deve ter seu consumo continuado.

Ufaaa acabei, hehehe! Espero ter ajudado os blogueiros de plantão! Devo lembrar que a mãe deve ficar atenta aos sinais que o bebê pode apresentar durante a nova alimentação e após a mesma (gases, choro, irritação, constipação, diarréia, urticária, eczema, irritabilidade, dificuldades em dormir). Os sintomas podem ocorrer imediatamente após a ingestão do alimento ou pode levar mais de 24 h para se manifestar. Pode ocorrer ocasionalmente ou constantemente presente. Se isso acontecer procure ajuda profissional.

Um grande beijo a todos!

Ariane S. Zempulski
Esp. em Nutrição Clínica Funcional e Fitoterapia.
TEL: (45) 3574-7522




"Minha bebê tem quase oito meses e mamou exclusivamente por 6 meses, tava na hora de introduzir novos alimentos, confesso q até agora foi a fase mais difícil de lidar, pois ela só queria o peitinho dela. Comecei com suquinhos, frutinhas, mas nada agradava, veio as papinhas doces e salgadas, foi a mesma luta, ela cuspia tudo, chorava muito e só parava quando eu dava de mamar e assim foi por três longas semanas. O mais importante eu fiz que foi não desistir e ter muita paciência, hoje ela come super bem e ainda chora querendo mais."
Jackeline mamãe de Alice

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Surpresaaaaaa!

Agora, nós mamães contamos com uma amiga pra lá de especial. Perae que vou chama-la p/ se apresentar:

Boa tarde pessoal (Boa Tarde linda!)! Meu nome é Ariane S. Zempulski (a Ari), sou nutricionista e especialista em Nutrição Clínica Funcional e Fitoterapia (e linda, logo coloco uma fotinho dela p/ vcs). Conheço a Kelly à vários anos, ainda do tempo do colegial (uns 15 anos) e agora vamos fazer uma parceria neste blog (obaaa!), no que diz respeito a nutrição e alimentação, onde vocês mamães poderão auxiliar seus pimpolhos.

Hoje em dia está cada vez mais difícil (ixi, se é) oferecer uma alimentação adequada às nossas crianças. O apelo da mídia, as propagandas, os alimentos fast food e até mesmo o convívio social acaba afetando a qualidade alimentar do seu filho, onde alimentos com características anti nutricionais irão colocar para fora vários nutrientes necessários na alimentação e no período de vida e desenvolvimento dos baixinhos (ounnn, ja to amando!).

É com esse intuito que estamos aqui, de auxiliar e elucidar vocês mamães, nessa tarefa que eu sei, a Kelly sabe (aham) e vocês também, que não é nada fácil!

Um beijo a todas (um beijo p/ vc tambem Ari) e fiquem de olho nas próximas atualizações (eu é que não vou perder por nada!)

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