domingo, 17 de outubro de 2010

E você, já slingou hoje?

Você já ouviu falar do Sling? Já Slingou? Não? Olha oque você está perdendo!

Algumas mães se divertem contando que "Colocava o 'sling' de manhã e passava o dia todo com ele. Na única vez em que esqueci, fiquei 'podre' de levar meu filho no colo. Usava tanto que não conseguia tirar nem para lavar", diverte-se.

Assim como as mães-celebridades Julia Roberts e Angelina Jolie, Relze faz parte de um grupo crescente de mulheres (e homens) de grandes centros urbanos que está aderindo a carregadores de tecido para transportar os bebês próximos ao corpo durante passeios e tarefas rotineiras, um hábito arraigado entre povos de regiões da Ásia e da África e que tem adeptos também na Europa e na América do Norte.


A modelo Luciane Trapp, 26, que usa o "sling" com Bernardo, de dois meses, e já usou o carregador com o filho mais velho
A modelo Luciane Trapp, 26, que usa o "sling" com Bernardo, de dois meses, e já usou o carregador com o filho mais velho

Além do aspecto prático --liberar mãos e braços do adulto para outras atividades--, os defensores do "sling" atribuem a ele outras vantagens, como o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho e a criação de bebês mais relaxados.

"As mães relatam que seus filhos choram menos e se sentem mais seguros, além de sentarem e andarem mais cedo", afirma a pediatra Jucille Meneses, do departamento científico de neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. "Embora não haja embasamento científico para indicar o uso do 'sling', o contato com a mãe é benéfico para o lactente."

Nos Estados Unidos, o pediatra William Sears, autor de mais de 40 livros, é um dos entusiastas dos carregadores e o responsável por cunhar o termo "babywearing" (algo como "vestir o bebê"). De acordo com ele, os bebês "slingados" choram menos, aprendem mais e são mais espertos.

A modelo Luciane Trapp, 26, que começou a usar o "sling" com Gabriela, 3, e atualmente carrega Bernardo, de dois meses, tem sua própria explicação. "O bebê sai da barriga e é colocado em um berço grande e vazio, o que é muito frio. No 'sling', é como se continuasse no meu corpo", diz. "E, se ele quer mamar, é só arrumar o pano que não dá para ninguém ver. Faço isso até andando."

A pediatra Jucille Meneses cita outras vantagens da rede: mantém as pernas do bebê unidas e não altera o desenvolvimento do quadril, o que pode ocorrer com o uso contínuo da mochila e de modelos tipo cadeirinha. "Algumas pessoas podem se questionar se o carregador aumenta a curvatura da coluna vertebral do bebê, mas isso não ocorre. Ele não leva a vícios de posição", completa.

Cólicas

O "sling" também costuma ser associado à diminuição das cólicas. Relze Fernandes, que passou dez meses "slingando" os filhos, atribui as poucas crises ao fato de eles terem passado muito tempo com as pernas encolhidas na rede. Para a pediatra, a explicação é outra: as dores diminuem graças ao fortalecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, "que melhora o ambiente psíquico e, conseqüentemente, as cólicas".

Mas nem todo mundo se sente confortável com o carregador. A psiquiatra Fernanda Moreira, 36, usou com o filho Thiago nos primeiros meses, mas depois notou que ele não queria mais ficar na rede. "Ele não gosta de colo deitado, só em pé, até para dormir. Então, detestou o "sling" logo que passou dos dois meses. Acho que passou a se sentir meio preso", diz.

Em relação ao corpo da mãe, há pelo menos uma ressalva. Para Osmar Avanzi, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e professor da Santa Casa de São Paulo, não é recomendável usar os carregadores durante longos períodos para não sobrecarregar a coluna. "É importante também ter um bom condicionamento físico e fazer alongamento para evitar dores lombares. Sem falar que, quanto maior o peso da criança e do próprio adulto, pior a sobrecarga", explica.

Outro medo recorrente entre os que olham com desconfiança para os carregadores, o de criar crianças extremamente dependentes dos pais, é rechaçado pelas adeptas. "Eu me preocupava muito de voltar a trabalhar e o Pedro não se adaptar, pois só dormia no 'sling', mas depois parecia que ele tinha nascido na escola. Ele é muito independente", afirma Relze Fernandes.

Vale lembrar que os carregadores são seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.

Palavra de Neonatologista:O neonatologista Carlos Eduardo Correa é um dos defensores do sling e costuma apresentar o acessório a todas as pacientes. O médico conta que sempre teve interesse nas formas que os diferentes povos têm para carregar as crianças, sobretudo os bebês. A principal vantagem do acessório, acredita o médico, é trazer a mulher de volta à ativa. “A falta de mobilidade enquanto amamenta é uma das principais causas do desmame, e o sling devolve essa liberdade. Muitas pacientes já aprendem a dar de mamar usando o sling”, diz. Correa ainda ressalta a aproximação entre mãe e filho que o acessório proporciona, principalmente nos primeiros dias de vida. “O bebê fica em contato direto com a mãe e não esquecido no carrinho. Não existe mimar criança com menos de 6 meses, não tem isso de ela ficar mal acostumada”, defende.

FONTE: www.g1.globo.com

Palavra de fisioterapeuta:
Natália Martins, fisioterapeuta no Hospital Distrital do Pombal, Portugal, começou a investigar os benefícios do Sling devido à sua aplicação no tratamento da displasia de desenvolvimento do quadril, um defeito na articulação do quadril em que a cabeça do fêmur não se encontra corretamente colocada na respectiva cavidade.A postura que o sling proporciona ao bebê é ótima e indicada para o tratamento deste problema. De uma forma agradável e aconchegante contribui para a sua correção. A fisioterapeuta também frisa que os benefícios estendem-se também aos bebês que não têm este problema.Para a fisioterapeuta, o sling é o melhor meio de transporte para o bebê, sendo também benéfico para a mãe. Ela lembra que no período pós-parto, normalmente, a mãe tem dores nas costas devido à fraqueza dos músculos abdominais e à sobrecarga física causada pelos cuidados ao bebê e afirma que andar com o bebê no bebê- conforto só agrava a situação devido ao peso do conjunto e ao fato de provocar um desvio grande na coluna. Com o sling, a posição da mãe está correta porque o peso está equilibrado. Para o bebê também é melhor do que estar sempre sentado bebê-conforto.

FONTE: www.mae.iol.pt
Principais Benefícios:

Mantém o bebê em contato com a mãe, favorecendo o vínculo.

O sling proporciona ao bebê uma transição mais tranqüila do útero para o mundo externo. Mantém-no à temperatura da mãe, com os cheiros e barulhos (respiração, batimentos...) e embalado de acordo com os movimentos da mãe, como era quando estava na barriga.

É seguro e confortável. Para o bebê, é como estar dormindo na rede. Acomoda o corpinho, sem oferecer ponto de pressão.

O campo visual de um bebê carregado no sling é infinitamente mais agradável e interessante que de um carrinho.

Aumenta muito a interação com o bebê. Por estar tão próximo, estamos sempre falando com o bebê, mostrando coisas, cantando e estimulando. Também por estar próximo, atendemos mais prontamente as solicitações do bebê.

Bebês slingados são mais tranqüilos e seguros. Choram menos e dormem melhor. Desenvolvem-se melhor que a maioria dos bebês.

Quando você carrega em um sling, seus movimentos naturais incentivam o bebê a movimentar seu próprio corpo, a cabeça, pescoço e a musculatura superior dando a ele um excelente tônus muscular.

Torna a vida mais prática, uma vez que deixa suas mãos livres para realizar suas tarefas.

O sling distribui o peso do bebê pelo seu corpo, tornado mais fácil e confortável carregá-lo, o que permite carregá-lo por mais tempo.

Podem ser usados desde o nascimento até 20 kg, quando a criança já não pede mais tanto colo.

Se você tem mais de um filho, o sling pode se tornar indispensável.


O sling pode ajudar a mãe a amamentar discretamente em locais públicos.

Slings são elegantes!

Slings custam muito, muito menos que um carrinho, então você pode ter vários.

Slings fazem mães, pais, bebês e irmãos mais velhos mais felizes!!!



E agora? Corra comprar o seu! Eles custam em torno de R$40,00, podem ser usados da saída da maternidade aos 3 anos e os beneficios que ele traz para o seu pimpolho não tem preço.


Um comentário:

gravidinha disse...

q saudades de slingar....
aqui foram 3anos seguidos
agora Ben,de quase 2anos,naoquer mais saber de slingar...
amo,foi muito bom p/mim
pq fazai tudo com bb no sling;.;;
AMO SLING,tenho 2,e nao consigo me desfazer deles,as vezes ainda slingo o Levi...hehehe
quero outro bb....buáááááá

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